E foi ali, quando te vi nos braços dela numa noite de Verão na vossa janela, que percebi que eu vivia um sonho!
Que me tinha apaixonado não por ti, mas pelo que me fazias sentir, pelo que me fazias ser ao pé de ti.
Quando reparei que lá estavam, as minhas mãos tremiam como um vulcão em erupção. Gritava-lhes em silêncio para que ninguém percebesse , que exatamente naquele sítio, naquela hora, o meu mundo tinha caído!
Não queria ter de explicar, que aquele ponto, era o meu epicentro.
Não iriam entender, simplesmente porque nem sei como explicar.
Sinto-me um leão, alimentado no zoo.
Sinto que o que me alimenta, é o que não tenho.
O que me alimenta é a simples ilusão de te ter!
Nunca fui alimentada desta forma, tenho medo de me habituar, gosto de carne, gosto de realismo. Gosto de viver o que tenho.
Contigo, so vivo o que sonho!
Volta, ou melhor, vem novamente pela primeira vez.
Dá-me o prazer de te conhecer de novo.
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sexta-feira, 18 de julho de 2014
Conhecer de novo
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