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terça-feira, 24 de junho de 2014

Dias cinzentos

Sem inspiração...


'(...) Porque só eu sei o que me move por dentro, 
A distância trás saudade e alguém que a sopre com o vento, 
Ela diz que amar não chega, desculpa conveniente, 
Porque amar não chega quando não se ama o suficiente.
Não vou implorar para ficares comigo, queres que eu peça só? 
As relações moldam-se até se tornarem numa peça só. 
Cresce, não és mulher só tens o formato de uma, 
Porque não se nasce mulher tu tens que tornar-te uma.

(...) Sei que vou andar perdido, e eu já não vejo népia, 
Vai-me custar podes crer mas recordar é viver, 
E eu acho que só te vais lembrar no dia em que eu te esquecer.

(...) Espero que o dia em que tu souberes o que tu queres para ti, 
Não seja o dia que eu já saiba o que eu não quero pra mim.
Mas hoje eu quero-te a ti, eu aqueço o inverno por ti.
Eu apago o Sol com um cachecol e eu enfrento o inferno por ti.
Sei que se apronto ralhas enrola-me num conto e talhas.
Isto não é um conto de fadas isto é um conto de falhas...
Porque errar é humano e posso parecer doido varrido.
Mas dava um ano da minha vida, por mais uma noite contigo. 
Não sei se sentes a minha falta e se não te custa um só dia.
Horas passadas num colchão sem ver a luz do dia, 
Mas cansei-me de indecisões e se nem um postal via, 
Só me resta relembrar a sós com a nostalgia.' 












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